29/10/2015

Diplomatas famosos: Maçonaria e diplomacia

Maçonaria é notadamente uma sociedade discreta de caráter universal, cujos membros cultivam a humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, sendo uma associação iniciática e filosófica.

Muitos dos grandes expoentes da política brasileira dos séculos XVII,ao XX eram maçons. A diplomacia não fugiu a essa regra. Buscando saber quais diplomatas famosos eram maçons, encontrei a seguinte lista de nomes:



Américo Brazílio de Campos - Jornalista, diplomata e político da cidade de Bragança Paulista - São Paulo. Trabalhou na "Província de S. Paulo", hoje "O Estadão" e fundou o "Correio Popular". Um grande nome do jornalismo brasileiro.

Antonio Carlos Ribeiro de Andrada - diplomata e jornalista

Antonio Peregrino Maciel Monteiro (Barão de Itamaracá) - Médico, político e diplomata da cidade de Recife - Pernambuco. Foi deputado, presidente da Câmara, ministro de Estrangeiros e ministro plenipotenciário em Lisboa.

Artur Silveira de Mota (Barão de Jaceguai) - Foi diplomata, almirante, nobre e escritor brasileiro, que lutou na Guerra do Paraguai. Foi um imortal da Academia Brasileira de Letras e Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, durante os anos de 1881 a 1882. Finda a guerra, Artur Jaceguai passou por diversas missões diplomáticas no exterior, além de haver desempenhado inúmeras funções na Marinha. Em 1882 recebeu o título de Barão de Jaceguai e foi promovido a Chefe-de-Esquadra.

Bernardino José de Campos Júnior - Estadista, diplomata, político e jornalista da cidade de Pouso Alegre - Minas Gerais. Propagandista dos ideiais republicanos, foi deputado, senador e governador de S. Paulo. Foi ministro da fazenda no governo de Prudente de Morais.

Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo - Diplomata e escritor da cidade de Recife - Pernambuco. Foi membro da Academia Brasileira de Letras. Destaques para "Camões e os Luzíadas" e "Abolicionismo".

José Maria da Silva Paranhos Júnior (Barão do Rio Branco) - Historiador, estadista e diplomata da cidade do Rio de Janeiro. Graças aos seus esforços diplomaticos, a Questão do Amapá, foi resolvida em favor do Brasil. Também a Questão do Acre. Serviu a quatro presidentes como secretário de relações exteriores.

Honório Hermeto Carneiro Leão (Marquês do Paraná) foi um político, diplomata e magistrado brasileiro. Voltou para o Brasil depois de estudar na Universidade de Coimbra em Portugal e foi nomeado juiz em 1826 e depois elevado até um tribunal de apelação. Foi eleito em 1830 como representante de Minas Gerais na Câmara dos Deputados, sendo reeleito em 1834 e 1838 e mantendo o cargo até 1841.


Essa lista me deixou curiosa com relação aos dias atuais. Será que essa tradição continua na diplomacia brasileira?


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